{"id":183,"date":"2022-09-20T16:33:48","date_gmt":"2022-09-20T16:33:48","guid":{"rendered":"https:\/\/psaalentejo.com\/?page_id=183"},"modified":"2023-09-22T14:53:50","modified_gmt":"2023-09-22T14:53:50","slug":"contributo-sustentavel","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/psaalentejo.com\/pt-pt\/contributo-sustentavel\/","title":{"rendered":"Contributo do Azeite para a Sustentabilidade"},"content":{"rendered":"<section id=\"contributoSustentavel\" class=\"\">\r\n\r\n    <div class=\"slideshow-container\">\r\n        \r\n        <div class=\"slideshow-inner \">      \r\n            \r\n            <div class=\"mySlides fade\"><div class=\"icon_container\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"273\" height=\"300\" src=\"https:\/\/psaalentejo.com\/wp-content\/uploads\/Grupo-300.svg\" class=\"attachment-medium size-medium\" alt=\"\" \/><\/div><h2>Ambientais<\/h2><ul><li data-slide=\"&lt;p&gt;Um estudo realizado pelo Instituto Nacional de Investiga&ccedil;&atilde;o Agr&aacute;ria e Veterin&aacute;ria (INIAV), no &acirc;mbito do projeto &ldquo;REMDA-Olival&rdquo;, em 2014, afirma que a oliveira &eacute; uma cultura tipicamente mediterr&acirc;nica, com uma boa adapta&ccedil;&atilde;o &agrave; seca. De acordo com um artigo sobre Irriga&ccedil;&atilde;o e Drenagem, publicado pela Organiza&ccedil;&atilde;o para a Alimenta&ccedil;&atilde;o e Agricultura (FAO), em 1979, o olival tem necessidades h&iacute;dricas comparativamente baixas relativamente a outras culturas. De acordo com dados da Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas do Alqueva (EDIA), o olival regado necessita de 3.000 metros c&uacute;bicos de &aacute;gua por hectare, valor substancialmente baixo quando comparado com outras culturas regadas.&lt;\/p&gt;\n&lt;p&gt;Para al&eacute;m disso, a gest&atilde;o dos recursos h&iacute;dricos, nos olivais da regi&atilde;o do Alentejo, &eacute; feita atrav&eacute;s de sistemas gota-a-gota, recorrendo a tecnologias como dispositivos de controlo de humidade do solo, que s&atilde;o os mais adequados &agrave; forma como esta cultura se apresenta no terreno, permitindo uma maior poupan&ccedil;a e efici&ecirc;ncia no uso de recursos h&iacute;dricos.&lt;\/p&gt;\n&lt;p&gt;Um conjunto de inspe&ccedil;&otilde;es realizadas pelo Centro Operativo e Tecnol&oacute;gico de Culturas Regadas (COTR), em 153 olivais da regi&atilde;o do Alentejo, atribu&iacute;ram a estas explora&ccedil;&otilde;es uma classifica&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia de 91 em 100, ao n&iacute;vel da efici&ecirc;ncia do uso de recursos h&iacute;dricos (Coeficiente de Uniformidade).&lt;\/p&gt;\n&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;\/strong&gt; COTR, 2019; &lt;a href=&quot;https:\/\/www.iniav.pt\/divulgacao\/publicacoes-bd\/boas-praticas-no-olival-e-no-lagar&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;INIAV&lt;\/a&gt; 2014; &lt;a href=&quot;https:\/\/www.edia.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/olival_digital-1.pdf&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;EDIA&lt;\/a&gt;, et al., 2020&lt;\/p&gt;\n\">Utiliza pouca &aacute;gua<\/li><li data-slide=\"&lt;p&gt;O revestimento da entrelinha no olival moderno, com coberturas vegetais, como vegeta&ccedil;&atilde;o espont&acirc;nea, semeada ou manta morta, &eacute; uma t&eacute;cnica praticamente generalizada.&lt;\/p&gt;\n&lt;p&gt;De acordo com um estudo realizado pelo Instituto Nacional de Investiga&ccedil;&atilde;o Agr&aacute;ria e Veterin&aacute;ria (INIAV), no &acirc;mbito do projeto &ldquo;REMDA-Olival&rdquo;, em 2014, a manuten&ccedil;&atilde;o de uma cobertura vegetal viva nas entrelinhas &eacute; o sistema de gest&atilde;o do solo mais eficaz para a resolu&ccedil;&atilde;o de problemas da eros&atilde;o, para a melhoria da estrutura do solo, para reduzir a infiltra&ccedil;&atilde;o da &aacute;gua e para promover a biodiversidade.&lt;\/p&gt;\n&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;\/strong&gt; &lt;a href=&quot;https:\/\/www.iniav.pt\/divulgacao\/publicacoes-bd\/boas-praticas-no-olival-e-no-lagar&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;INIAV&lt;\/a&gt;, 2014&lt;\/p&gt;\n\">Gere o solo de forma cuidada<\/li><li data-slide=\"&lt;p&gt;De acordo com um estudo realizado pelo Instituto Nacional de Investiga&ccedil;&atilde;o Agr&aacute;ria e Veterin&aacute;ria (INIAV), no &acirc;mbito do projeto &ldquo;REMDA-Olival&rdquo;, em 2014, no olival &eacute; pequeno o n&uacute;mero de pragas ou doen&ccedil;as, que, com caracter mais ou menos permanente, causem preju&iacute;zos. Desta forma, o olival moderno, para al&eacute;m de seguir princ&iacute;pios de prote&ccedil;&atilde;o ou de produ&ccedil;&atilde;o integrada, &eacute; uma cultura pouco exigente na aplica&ccedil;&atilde;o de fitof&aacute;rmacos, representando apenas, de acordo com dados da Associa&ccedil;&atilde;o Nacional da Ind&uacute;stria para a Prote&ccedil;&atilde;o das Plantas (ANIPLA), de 2019, cerca de 8% do mercado de fitof&aacute;rmacos nacionais.&lt;\/p&gt;\n&lt;p&gt;Segundo o estudo do INAV anteriormente referido, a utiliza&ccedil;&atilde;o de medidas indiretas por parte dos olivicultores da regi&atilde;o, como a cobertura do solo com vegeta&ccedil;&atilde;o espont&acirc;nea, &eacute; tamb&eacute;m um fator de extrema import&acirc;ncia para limitar e controlar os inimigos da cultura de forma natural, atraindo fauna auxiliar, diminuindo ainda mais a necessidade de aplica&ccedil;&atilde;o de outros produtos qu&iacute;micos.&lt;\/p&gt;\n&lt;p&gt;A aplica&ccedil;&atilde;o de fertilizantes no olival &eacute; feita atrav&eacute;s da rega, de forma localizada, garantido elevados n&iacute;veis de efici&ecirc;ncia.&lt;\/p&gt;\n&lt;p&gt;Um relat&oacute;rio conduzido em 2015 pela European Food Safety Authority (EFSA), recolheu amostras de v&aacute;rios produtos alimentares, transformados e n&atilde;o transformados, e concluiu que o azeite &eacute; dos alimentos com uma menor presen&ccedil;a de res&iacute;duos de pesticidas.&lt;\/p&gt;\n&lt;p&gt;De acordo com o Manual de Fertiliza&ccedil;&atilde;o das Culturas do Laborat&oacute;rio Qu&iacute;mico Agr&iacute;cola Rebelo da Silva (2006), o olival &eacute; uma cultura com baixas necessidades de fertiliza&ccedil;&otilde;es para atingir boas produtividades, representando apenas cerca de 2% das necessidades totais de azoto e de 1% das necessidades de totais de f&oacute;sforo na agricultura nacional.&lt;\/p&gt;\n&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;\/strong&gt; &lt;a href=&quot;https:\/\/www.iniav.pt\/divulgacao\/publicacoes-bd\/boas-praticas-no-olival-e-no-lagar&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;INIAV&lt;\/a&gt;, 2014; &lt;a href=&quot;https:\/\/www.edia.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/olival_digital-1.pdf&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;EDIA&lt;\/a&gt; et al., 2020; ANIPLA, 2019; &lt;a href=&quot;https:\/\/efsa.onlinelibrary.wiley.com\/doi\/abs\/10.2903\/j.efsa.2017.4791&quot;&gt;EFSA&lt;\/a&gt;, 2015; &lt;a href=&quot;https:\/\/www.iniav.pt\/divulgacao\/publicacoes-bd\/manual-de-fertilizacao-das-culturas&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;LQARS&lt;\/a&gt;, 2006&lt;\/p&gt;\n\">Baixos n&iacute;veis de aplica&ccedil;&atilde;o de fitof&aacute;rmacos e necessidades de aduba&ccedil;&atilde;o<\/li><li data-slide=\"&lt;p&gt;O estudo de 2016, &ldquo;Assessment of carbon sequestration and the carbon footprint in olive groves in Southern Spain&rdquo;, concluiu que o carbono armazenado numa planta&ccedil;&atilde;o tradicional de oliveiras, variedade Picual, com uma densidade de planta&ccedil;&atilde;o de 80 a 100 &aacute;rvores por hectare com 60 anos de idade, ultrapassa as 15 toneladas por hectare de carbono armazenado em biomassa. A mesma quantidade de sequestro pode ser alcan&ccedil;ada em planta&ccedil;&otilde;es dispostas em copa com uma densidade de planta&ccedil;&atilde;o de 200 &aacute;rvores por hectare aos 18 anos de idade. Na disposi&ccedil;&atilde;o em sebe a variedade Arberquina, aos 6 anos pode armazenar cerca de 7 a 8 toneladas de carbono por hectare.&lt;br \/&gt;\nPara al&eacute;m disso, v&aacute;rios estudos demonstram, que a gest&atilde;o do solo nos olivais, tal como a n&atilde;o mobiliza&ccedil;&atilde;o, a utiliza&ccedil;&atilde;o de coberturas vegetais e a incorpora&ccedil;&atilde;o de res&iacute;duos de poda, demonstram que s&atilde;o pr&aacute;ticas eficazes no aumento da capacidade do solo para armazenar carbono.&lt;br \/&gt;\nDe acordo com um estudo realizado pela CONSULAI e pela Juan Villar, o sequestro de carbono anual dos olivais instalados no EFMA, considerando as diferentes modalidades, pode chegar &agrave;s 0,54 milh&otilde;es de toneladas de CO2 anualmente. Este valor &eacute; equivalente &agrave; emiss&atilde;o de carbono de mais de 82.000 portugueses, muito pr&oacute;ximo da popula&ccedil;&atilde;o de Beja e &Eacute;vora combinadas.&lt;\/p&gt;\n&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;\/strong&gt;&nbsp; &lt;a href=&quot;https:\/\/www.researchgate.net\/publication\/305924477_Assessment_of_carbon_sequestration_and_the_carbon_footprint_in_olive_groves_in_Southern_Spain&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;L&oacute;pez-Bellido&lt;\/a&gt; et al., 2016; &lt;a href=&quot;https:\/\/www.sciencedirect.com\/science\/article\/pii\/S0167198707001766&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Castro&lt;\/a&gt; et al., 2008; &lt;a href=&quot;https:\/\/www.researchgate.net\/profile\/E-Fernandez-Ondono\/publication\/232969877_Conventional_tillage_versus_cover_crops_in_relation_to_carbon_fixation_in_Mediterranean_olive_cultivation\/links\/0912f509b73f9da372000000\/Conventional-tillage-versus-cover-crops-in-relation-to-carbon-fixation-in-Mediterranean-olive-cultivation.pdf&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Nieto&lt;\/a&gt; et al., 2010\/2012; &lt;a href=&quot;https:\/\/idus.us.es\/bitstream\/handle\/11441\/23065\/file_1.pdf?sequence=1&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Repullo&lt;\/a&gt; et al., 2012; &lt;a href=&quot;https:\/\/www.olivumsul.com\/_files\/ugd\/a303d9_5993f29b65054e46a54accff8c90cf7f.pdf&quot;&gt;CONSULAI&lt;\/a&gt; et al., 2019&lt;\/p&gt;\n\">Capta elevados n&iacute;veis de carbono<\/li><li data-slide=\"&lt;p&gt;De acordo com um estudo realizado no &acirc;mbito do projeto Alentejo Circular, em 2017, os principais subprodutos resultantes da fileira do azeite s&atilde;o: lenhas de podas ou folhas, o baga&ccedil;o e o caro&ccedil;o. Todos estes subprodutos t&ecirc;m a possibilidade de ser novamente incorporados na cadeia de valor: as lenhas de podas e as folhas s&atilde;o por vezes utilizadas para valoriza&ccedil;&atilde;o energ&eacute;tica, para enriquecimento dos solos em mat&eacute;ria org&acirc;nica ou para alimento de ruminantes; o caro&ccedil;o de azeitona est&aacute; a ser valorizado energeticamente por grande parte dos produtores de azeite no Alentejo atrav&eacute;s da sua queima para produ&ccedil;&atilde;o de energia t&eacute;rmica, geralmente para aquecimento de &aacute;guas e o baga&ccedil;o de azeitona &eacute; na sua generalidade encaminhado para destila&ccedil;&atilde;o em destilarias externas onde &eacute; extra&iacute;do &oacute;leo de baga&ccedil;o de azeitona e baga&ccedil;o seco que &eacute; valorizado como biomassa para produ&ccedil;&atilde;o de energia.&lt;\/p&gt;\n&lt;p&gt;Alguns projetos de Investiga&ccedil;&atilde;o e Inova&ccedil;&atilde;o t&ecirc;m testado novas formas de valoriza&ccedil;&atilde;o do baga&ccedil;o de azeitona. Destaca-se o projeto LIFE Olea Regenera, que testou a utiliza&ccedil;&atilde;o do baga&ccedil;o de azeitona como fertilizante org&acirc;nico numa explora&ccedil;&atilde;o de olival, conseguindo resultados como: aumento da produtividade e redu&ccedil;&atilde;o da acidez e aumento do valor nutricional do fruto.&lt;\/p&gt;\n&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;\/strong&gt; &lt;a href=&quot;https:\/\/alentejocircular.uevora.pt\/?page_id=2329&quot;&gt;Cruz&lt;\/a&gt;, et al., 2017; &lt;a href=&quot;https:\/\/lifeolearegenera.com\/pt-pt\/&quot;&gt;LIFE Olea Regenera&lt;\/a&gt;, 2022&lt;\/p&gt;\n\">Fomenta a economia circular<\/li><\/ul><\/div><div class=\"mySlides fade\"><div class=\"icon_container\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"300\" height=\"300\" src=\"https:\/\/psaalentejo.com\/wp-content\/uploads\/Grupo-308.svg\" class=\"attachment-medium size-medium\" alt=\"\" \/><\/div><h2>Econ\u00f3micos<\/h2><ul><li data-slide=\"&lt;p&gt;Segundo o trabalho da AGRO.GES de 2022, o investimento em olivais modernos realizado nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas, permitiu aumentar a produtividade de 263&euro; por hectare (1989) para 972&euro; em 2019.&lt;\/p&gt;\n&lt;p&gt;Segundo &nbsp;a Eurostat, a produ&ccedil;&atilde;o de azeitona e &nbsp;de azeite mais que triplicou &nbsp;entre 2014 e 2022 em Portugal, representando atualmente um valor superior a 400 milh&otilde;es de euros, um peso de mais de 5% na produ&ccedil;&atilde;o agr&iacute;cola nacional.&lt;\/p&gt;\n&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;\/strong&gt; &lt;a href=&quot;https:\/\/agridata.ec.europa.eu\/extensions\/DashboardOliveOil\/OliveOilProduction.html&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;EUROSTAT&lt;\/a&gt;, 2022; AGRO.GES, 2022&lt;\/p&gt;\n\">Acrescenta valor &agrave; economia nacional <\/li><li data-slide=\"&lt;p&gt;Segundo a Organiza&ccedil;&atilde;o para a Alimenta&ccedil;&atilde;o e Agricultura (FAO), a expans&atilde;o do olival na regi&atilde;o do Alentejo levou a que Portugal em 2019 se tornasse no 6&ordm; maior produtor de azeite no mundo, sendo respons&aacute;vel por mais de 4% da produ&ccedil;&atilde;o mundial.&lt;\/p&gt;\n&lt;p&gt;Dados da mesma fonte, &nbsp;mostram que em 2019 Portugal se tornou no &nbsp;&nbsp;3&ordm; maior exportador de azeite do mundo, &nbsp;no valor de mais de 600 milh&otilde;es de d&oacute;lares em exporta&ccedil;&otilde;es.&lt;\/p&gt;\n&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;\/strong&gt; &lt;a href=&quot;https:\/\/www.fao.org\/faostat\/en\/#search\/olive%20oil&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;FAOSTAT&lt;\/a&gt;, 2019&lt;\/p&gt;\n\">Coloca Portugal no mundo<\/li><li data-slide=\"&lt;p&gt;De acordo com os dados do Programa de Desenvolvimento Rural (PDR2020), os projetos aprovados no setor da olivicultura e do azeite, no &acirc;mbito deste quadro comunit&aacute;rio, representam &nbsp;&nbsp;cerca de 675 milh&otilde;es de euros repartidos por &nbsp;4 000 projetos, &nbsp;respons&aacute;veis por 64,39% do total do investimento apresentado no Alentejo.&lt;\/p&gt;\n&lt;p&gt;O olival da regi&atilde;o de Alqueva, tem demonstrado tamb&eacute;m um enorme potencial na atra&ccedil;&atilde;o de investimento estrangeiro, tendo captado financiamento de agentes de mais de 10 nacionalidades diferentes no ano de 2016, de acordo com a Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas do Alqueva (EDIA).&lt;\/p&gt;\n&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;\/strong&gt; PDR2020, 2019; &lt;a href=&quot;https:\/\/www.edia.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/olival_digital-1.pdf&quot;&gt;EDIA&lt;\/a&gt;, 2019&lt;\/p&gt;\n\">Capta investimento <\/li><li data-slide=\"&lt;p&gt;O crescimento da fileira do azeite na regi&atilde;o resultou num efeito de arrasto em toda a economia local, tendo-se verificado um crescimento de mais de 30% do volume de neg&oacute;cios das empresas alentejanas entre 2009 e 2019, de acordo com dados do PORDATA para o ano de 2019.&lt;\/p&gt;\n&lt;p&gt;A expans&atilde;o do olival na regi&atilde;o, levou a que o n&uacute;mero de empresas do setor agr&iacute;cola tenha aumentado 66%, entre 2006 e 2020, segundo dados do Banco de Portugal para o ano de 2019. &nbsp;O desenvolvimento do setor do azeite no Alentejo expande como consequ&ecirc;ncia direta os setores dos quais depende, nomeadamente setores como o dos fatores de produ&ccedil;&atilde;o, da maquinaria agr&iacute;cola e industrial, das infraestruturas de rega, da comercializa&ccedil;&atilde;o, da log&iacute;stica, das embalagens, do setor de servi&ccedil;os, de I&amp;amp;D em novas tecnologias e investiga&ccedil;&atilde;o, de desenvolvimento de programas inform&aacute;ticos, de telecomunica&ccedil;&otilde;es e de rob&oacute;tica.&lt;\/p&gt;\n&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fonte: &lt;\/strong&gt;&lt;a href=&quot;https:\/\/www.pordata.pt\/DB\/Municipios\/Ambiente+de+Consulta\/Tabela\/5830415&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;PORDATA&lt;\/a&gt;, 2019; &lt;a href=&quot;https:\/\/bpstat.bportugal.pt\/conteudos\/publicacoes\/1294&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Banco de Portugal&lt;\/a&gt;, 2019&lt;\/p&gt;\n\">Desenvolve o tecido empresarial da regi&atilde;o e do pa&iacute;s<\/li><li data-slide=\"&lt;p&gt;Segundo os relat&oacute;rios da Dire&ccedil;&atilde;o-Geral de Estat&iacute;sticas da Educa&ccedil;&atilde;o e Ci&ecirc;ncia (DGEEC) de 2020 e 2022, entre 2018 e 2020 a despesa em atividades de investiga&ccedil;&atilde;o e desenvolvimento na regi&atilde;o do Alentejo cresceu &nbsp;26%. Desta despesa, 60% foi alocada a investiga&ccedil;&atilde;o em engenharia, tecnologia, agricultura e veterin&aacute;ria.&lt;\/p&gt;\n&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;\/strong&gt; &lt;a href=&quot;https:\/\/www.dgeec.mec.pt\/np4\/206\/%7B$clientServletPath%7D\/?newsId=11&amp;amp;fileName=I_D_Regioes_IPCTN2020.pdf&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;DGEEC&lt;\/a&gt;, 2022; &lt;a href=&quot;https:\/\/www.dgeec.mec.pt\/np4\/206\/%7B$clientServletPath%7D\/?newsId=11&amp;amp;fileName=I_D_Regioes_IPCTN2018.pdf&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;DGEEC&lt;\/a&gt;, 2020&lt;\/p&gt;\n\">Aposta na inova&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica <\/li><\/ul><\/div><div class=\"mySlides fade\"><div class=\"icon_container\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"300\" height=\"163\" src=\"https:\/\/psaalentejo.com\/wp-content\/uploads\/Grupo-304.svg\" class=\"attachment-medium size-medium\" alt=\"\" \/><\/div><h2>Sociais<\/h2><ul><li data-slide=\"&lt;p&gt;De acordo com um estudo realizado pela AGRO.GES, em 2019 as explora&ccedil;&otilde;es especializadas em olivicultura da regi&atilde;o do Alentejo, geravam 7.406 unidades de trabalho por ano, representando 41% do volume de trabalho hom&oacute;logo gerado a n&iacute;vel nacional. O mesmo estudo afirma ainda que 82% do volume de trabalho gerado por estas &nbsp;explora&ccedil;&otilde;es &nbsp;encontra-se fixado na regi&atilde;o onde a explora&ccedil;&atilde;o se localiza.&lt;\/p&gt;\n&lt;p&gt;O estudo realizado pela Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas do Alqueva (EDIA), pela Dire&ccedil;&atilde;o-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural (DGADR), pela Dire&ccedil;&atilde;o-Geral de Alimenta&ccedil;&atilde;o e Veterin&aacute;ria (DGAV), pela Dire&ccedil;&atilde;o Regional de Agricultura e Pescas do Alentejo (DRAP Alentejo) e pelo Instituto Nacional de Investiga&ccedil;&atilde;o Agr&aacute;ria e Veterin&aacute;ria (INIAV), menciona ainda o volume de trabalho indireto gerado pela atividade oliv&iacute;cola, como fornecedores, prestadores de servi&ccedil;o, assessorias t&eacute;cnicas ou associado &agrave; transforma&ccedil;&atilde;o. O estudo estima que, por 100 hectares de olival s&atilde;o gerados 16 postos de trabalho direta ou indiretamente afetos &agrave; atividade.&lt;\/p&gt;\n&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;\/strong&gt; &lt;a href=&quot;https:\/\/www.edia.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/olival_digital-1.pdf&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;EDIA&lt;\/a&gt;, et al., 2020; AGRO.GES, 2022&lt;\/p&gt;\n\">Gera emprego <\/li><li data-slide=\"&lt;p&gt;O crescimento do setor oliv&iacute;cola registado nos &uacute;ltimos anos no Alentejo, desenvolveu um novo paradigma social e econ&oacute;mico na regi&atilde;o.&lt;br \/&gt;\nSegundo dados do Banco de Portugal, o n&uacute;mero de pessoas empregadas no setor agr&iacute;cola na regi&atilde;o do Alentejo aumentou cerca de 78% entre 2006 e 2020.&lt;br \/&gt;\nA atra&ccedil;&atilde;o e fixa&ccedil;&atilde;o de recursos humanos afetos &agrave; olivicultura gera tamb&eacute;m um conjunto de efeitos indiretos, sociais e econ&oacute;micos.&lt;br \/&gt;\nDe acordo com dados do Instituto Nacional de Estat&iacute;stica ocorreu um acr&eacute;scimo de cerca de 250 alunos inscritos no ensino secund&aacute;rio no distrito de Beja, entre os anos letivos de 2006\/2007 e 2020\/2021.&lt;br \/&gt;\nSegundo dados do PORDATA, tamb&eacute;m se tem verificado um decr&eacute;scimo constante do n&uacute;mero de desempregados inscritos nos centros do Instituto do Emprego e Forma&ccedil;&atilde;o Profissional da regi&atilde;o, entre 2001 e 2021, registando um acr&eacute;scimo de 12% de popula&ccedil;&atilde;o empregada.&lt;br \/&gt;\nA mesma fonte permite ainda concluir que o &Iacute;ndice de Poder de Compra na regi&atilde;o do Alentejo aumentou tr&ecirc;s pontos entre 2011 e 2019, comparativamente a Portugal Continental que n&atilde;o registou nenhum aumento no mesmo per&iacute;odo.&lt;\/p&gt;\n&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;\/strong&gt; &lt;a href=&quot;https:\/\/bpstat.bportugal.pt\/conteudos\/publicacoes\/1294&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Banco de Portugal&lt;\/a&gt;, 2019; &lt;a href=&quot;https:\/\/www.pordata.pt\/DB\/Municipios\/Ambiente+de+Consulta\/Tabela\/5830409&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;PORDATA&lt;\/a&gt;, 2019; INE, 2019; &lt;a href=&quot;https:\/\/www.olivumsul.com\/_files\/ugd\/a303d9_5993f29b65054e46a54accff8c90cf7f.pdf&quot;&gt;CONSULAI&lt;\/a&gt; et al., 2019; AGRO.GES, 2022&lt;\/p&gt;\n\">Dinamiza a regi&atilde;o<\/li><li data-slide=\"&lt;p&gt;De acordo com um estudo realizado pela AGRO.GES, em 2019 o volume de trabalho gerado nas explora&ccedil;&otilde;es agr&iacute;colas especializadas em olivicultura foi acompanhado, ao longo das &uacute;ltimas d&eacute;cadas, de um aumento muito significativo do valor de produ&ccedil;&atilde;o, que passou de 3.522&euro; por unidade de trabalho, em 2009, para 9.499&euro; em 2019. Estes dados demonstram que a atividade oliv&iacute;cola se encontra cada vez mais profissionalizada exigindo uma maior qualifica&ccedil;&atilde;o da m&atilde;o de obra.&lt;\/p&gt;\n&lt;p&gt;De acordo com o PORDATA, verificou-se um acr&eacute;scimo de 606 alunos matriculados no ensino superior na &aacute;rea da Agricultura no Alentejo, entre 2009 e 2021. O Instituto Polit&eacute;cnico de Beja inaugurou uma P&oacute;s- Gradua&ccedil;&atilde;o em Gest&atilde;o Sustent&aacute;vel do Setor Oliv&iacute;cola, desenhada para responder aos novos desafios e oportunidades do setor econ&oacute;mico regional.&lt;\/p&gt;\n&lt;p&gt;Em 2022, o IEFP de &Eacute;vora em colabora&ccedil;&atilde;o com um conjunto de entidades reconhecidas pelo setor, lan&ccedil;ou a forma&ccedil;&atilde;o Operador Agr&iacute;cola Especializado especializada em duas culturas: vinha e olival. Uma forma&ccedil;&atilde;o te&oacute;rica, complementada por uma forte componente pr&aacute;tica no terreno, que visa qualificar a m&atilde;o de obra agr&iacute;cola da regi&atilde;o.&lt;\/p&gt;\n&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;\/strong&gt; &lt;a href=&quot;https:\/\/www.pordata.pt\/DB\/Municipios\/Ambiente+de+Consulta\/Tabela\/5830408&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;PORDATA&lt;\/a&gt;, 2019; AGRO.GES, 2022; IPBeja, 2023; IEFP, 2022&lt;\/p&gt;\n\">Fomenta a qualifica&ccedil;&atilde;o das pessoas<\/li><li data-slide=\"&lt;p&gt;Segundo o Programa de Desenvolvimento Rural (PDR2020), existe um forte peso dos Jovens Agricultores que apostam no setor oliv&iacute;cola para os seus projetos de Primeira Instala&ccedil;&atilde;o, tendo submetido cerca de 1&nbsp;500 projetos no decorrer deste quadro comunit&aacute;rio. No total, as &aacute;reas de olival, cujo investimento tenha sido apoiado pelo PDR2020, &eacute; de 38.433 hectares, sendo 26% correspondente a &aacute;rea de projetos promovidos por Jovens Agricultores.&lt;\/p&gt;\n&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;\/strong&gt; PDR2020, 2019&lt;\/p&gt;\n\">Atrai jovens<\/li><\/ul><\/div><div class=\"mySlides fade\"><div class=\"icon_container\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"226\" height=\"300\" src=\"https:\/\/psaalentejo.com\/wp-content\/uploads\/Grupo-306.svg\" class=\"attachment-medium size-medium\" alt=\"\" \/><\/div><h2>Culturais<\/h2><ul><li data-slide=\"&lt;p&gt;Um estudo realizado pelo Instituto Nacional de Investiga&ccedil;&atilde;o Agr&aacute;ria e Veterin&aacute;ria (INIAV), no &acirc;mbito do projeto &ldquo;REMDA-Olival&rdquo;, em 2014, afirma que a oliveira e o azeite est&atilde;o profundamente ligados &agrave; cultura mediterr&acirc;nica, desde a religi&atilde;o e arte at&eacute; &agrave; agricultura ao espa&ccedil;o rural e &agrave; alimenta&ccedil;&atilde;o.&lt;br \/&gt;\nPortugal, apesar de ser banhado pelo Oceano Atl&acirc;ntico, faz parte desta cultura mediterr&acirc;nica, destacando as palavras do escritor Pequito Rebelo, na obra A Terra Portuguesa, de 1929, &ldquo;Portugal &eacute; mediterr&acirc;nico por natureza e atl&acirc;ntico por posi&ccedil;&atilde;o&rdquo;. E este espa&ccedil;o mediterr&acirc;nico &eacute; marcado por uma cultura agr&iacute;cola, que bem o caracteriza, na qual a oliveira ocupa um espa&ccedil;o de destaque, como indica a famosa frase, o Mediterr&acirc;neo estende-se at&eacute; onde chegam as oliveiras&rdquo;.&lt;br \/&gt;\nDe acordo com dados do Concelho Oliv&iacute;cola Internacional (COI), o patrim&oacute;nio oliv&iacute;cola mundial concentra-se na bacia do Mediterr&acirc;neo, onde Portugal est&aacute; inserido. A oliveira faz assim n&atilde;o s&oacute; parte da paisagem, mas tamb&eacute;m da identidade portuguesa.&lt;\/p&gt;\n&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;\/strong&gt; &lt;a href=&quot;https:\/\/www.internationaloliveoil.org\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/IOC-Olive-Oil-Dashboard-1.html#production-2&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;COI&lt;\/a&gt;, 2014; Rebelo, 1929; &lt;a href=&quot;https:\/\/www.cidadaniaemportugal.pt\/wp-content\/uploads\/recursos\/animar\/Dieta Mediterr%c3%a2nica e Desenvolvimento Rural.pdf&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Barros&lt;\/a&gt;, 2014; &lt;a href=&quot;https:\/\/www.iniav.pt\/divulgacao\/publicacoes-bd\/boas-praticas-no-olival-e-no-lagar&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;INIAV&lt;\/a&gt;, 2014&lt;\/p&gt;\n\">Est&aacute; enraizado na nossa cultura <\/li><li data-slide=\"&lt;p&gt;De acordo com o Engenheiro Vitor Barros, no documento de candidatura portuguesa da Dieta Mediterr&acirc;nica a Patrim&oacute;nio Cultural Imaterial da Humanidade da UNESCO, Portugal, &ldquo;n&atilde;o estando em contacto direto com o Mar Mediterr&acirc;neo (&hellip;) produz todos os ingredientes da chamada Dieta Mediterr&acirc;nica e, portanto, para o efeito, pode ser considerado como pa&iacute;s de tradi&ccedil;&otilde;es alimentares mediterr&acirc;nicas, possuindo afinidades intr&iacute;nsecas com a cultura e sabores das regi&otilde;es da bacia do mediterr&acirc;neo. No contexto da agricultura, e sobretudo devido &agrave; influ&ecirc;ncia das ocupa&ccedil;&otilde;es romana e &aacute;rabe, Portugal desenvolveu o cultivo da vinha, da oliveira, das &aacute;rvores de fruto e dos cereais. Cada portugu&ecirc;s consome em m&eacute;dia entre 6 a 7kg de azeite por ano&rdquo;.&lt;\/p&gt;\n&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;\/strong&gt; &lt;a href=&quot;https:\/\/www.cidadaniaemportugal.pt\/wp-content\/uploads\/recursos\/animar\/Dieta%20Mediterr%c3%a2nica%20e%20Desenvolvimento%20Rural.pdf&quot;&gt;Barros&lt;\/a&gt;, 2014&lt;\/p&gt;\n\">&Eacute; um alimento caracter&iacute;stico da nossa dieta<\/li><li data-slide=\"&lt;p&gt;O projeto de Alqueva tem sido a maior opera&ccedil;&atilde;o de arqueologia preventiva e de salvaguarda alguma vez realizada em Portugal e das mais importantes a n&iacute;vel europeu e mesmo mundial, onde foram feitas mais de 1.700 interven&ccedil;&otilde;es arqueol&oacute;gicas, segundo dados da Dire&ccedil;&atilde;o Regional de Cultura do Alentejo e da Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas do Alqueva (EDIA), revelados durante a exposi&ccedil;&atilde;o &ldquo;Sob a Terra e as &Aacute;guas &mdash; 20 anos de arqueologia entre o Guadiana e o Sado&rdquo;, inaugurada a 18 de Maio de 2016, em Beja. Nas &aacute;reas de implementa&ccedil;&atilde;o dos blocos de rega do Alqueva, todas as obras foram acompanhadas por arque&oacute;logos e centenas de s&iacute;tios foram intervencionados. Hoje em dia, todos os projetos de olival, e de outras culturas permanentes, s&atilde;o antecedidos de levantamentos arqueol&oacute;gicos, pagos pelos pr&oacute;prios promotores, que, para al&eacute;m de servir de apoio &agrave; decis&atilde;o do desenho de planta&ccedil;&atilde;o, s&atilde;o entregues &agrave;s autoridades competentes permitindo uma atualiza&ccedil;&atilde;o detalhada do patrim&oacute;nio arqueol&oacute;gico.&lt;\/p&gt;\n&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;\/strong&gt; &lt;a href=&quot;https:\/\/www.publico.pt\/2016\/05\/30\/local\/noticia\/investigacao-arqueologica-em-alqueva-revolucionou-o-conhecimento-sobre-o-alentejo-1733285&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;P&uacute;blico&lt;\/a&gt;, 2016&lt;\/p&gt;\n\">Proporciona descobertas arqueol&oacute;gicas<\/li><\/ul><\/div>\r\n                <div class=\"slide-content-placeholder\">\r\n                    <div>\r\n                        <ul class=\"main-topic-menu\"><li class=\"dot\" 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